As Cidades Inteligentes

Entrando no clima da live que será realizada hoje a noite às 21h pelos Professores Leandro Saraiva e Fabrício Neves em nossa página do Facebook, o post hoje será sobre a forma como as novas tecnologias afetam e afetarão as cidades, tornando-as em Smart Cities – ou cidades inteligentes. Mas o que é uma Smart City?

Bem, pense nos primeiros celulares criados. Suas funções se restringiam a ligar e mandar torpedos. Eram limitados. Os smartphones chegaram propondo uma enorme variedade de funcionalidades que nos permite melhor gerenciar nossas tarefas, contactar pessoas, ou seja, ser mais conectados. Podemos aplicar a mesma ideia para as cidades, sendo as Smart Cities sua evolução natural em confluência com um mundo cada vez mais integrado, digital.

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Portanto, este é um conceito que surge para abarcar as cidades que se transformam em áreas urbanas onde a tecnologia estará presente em vários aspectos cotidianos com a utilização de dados coletados dos cidadãos e dispositivos para melhor gerenciar os recursos disponíveis. É aplicável, por exemplo, para o controle no fornecimento de água e energia; transporte público; controle social; gestão de resíduos sólido, etc. A utilização das câmeras para controle de tráfego e policiamento é um exemplo rudimentar e comum nas cidades brasileiras.

A cidade de Taipei, Taiwan, é uma das pioneiras nesse quesito e hoje utiliza seus recursos para monitorar inclusive se seus cidadãos estão fumando em áreas proibidas ou jogando lixo pelas janelas do alto de seus apartamentos.

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Como podem perceber, as implicações desse armazenamento e gestão de dados são inúmeras e devem ser debatidas intensamente pela sociedade. Alguns eventos são organizados mundo afora e aqui no Brasil nós teremos o evento Connected Smart Cities em Brasília hoje (19/04/2018) e em São Paulo nos dias 04 e 05 de Setembro, só para citar alguns.

O assunto é novo e nós não sabemos para onde exatamente isso nos conduzirá, mas é um caminho aparentemente inevitável. Devemos participar ativamente com pesquisas e debates para evitar que o Estado se utilize desse pressuposto para cometer arbitrariedades quanto à nossa liberdade.

E você, o que acha disso tudo?

 

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